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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Comentário à Missa do Próximo Domingo

1 de Maio de 2011
Domingo II da Páscoa
A Divina Misericórdia
A Devoção à Divina Misericórdia é de origem polonesa, cuja divulgação se deve a Santa Faustina, considerada uma grande mística pela Igreja Católica, e que teria recebido instruções do próprio Cristo, através de aparições, para que a mesma divulgasse a Sua Misericórdia Divina. O processo de beatificação desta Santa iniciou-se por iniciativa do então Cardeal Arcebispo de Cracóvia, Karol Wojtila, e posteriormente foi canonizada pelo mesmo bispo, já quando era o Papa João Paulo II. Segundo os católicos, Jesus Cristo não apenas ensinou a Irmã Faustina os pontos fundamentais da confiança e da misericórdia para com os outros, mas também revelou maneiras especiais para vivenciar a resposta à Sua misericórdia. A isso chamam de devoção à Divina Misericórdia. A palavra "devoção" significa o cumprimento das nossas promessas. É uma entrega da vida ao Senhor, que é a própria Misericórdia. A compaixão e o amor aos outros como forma de conduta de vida, faz o cristão, que deve dar beleza ao nosso com tais valores, especialmente, na sua atenção aos mais fracos da sociedade. A Misericórdia de Deus só se percebe na atenção de cada um ao outro. O nosso mundo precisa desse testemunho e dessa sensibilidade, para que os mais fracos não se sintam desamparados, mas vejam nos braços dos cristãos o sinal da partilha generosa carregada de amor, de misericórdia.
JLR

1 comentário:

José Ângelo Gonçalves de Paulos disse...

Padre José Luis, naturalmente, que o texto do Evangelho de amanhã nao fala da personalidade de João Paulo II, que amanhã será beatificado. Fala da Misericórdia o mesmo que Compaixão.Palavras muito divinas e cristãs. Quantas pessoas leigos, padres, bispos, religiosas deram a vida.Digo, sim , a vida pelos outros: os pobres, os doentes, as prostitutas, os drogados, os prófugos da sociedade. São eles e elas: Helder Cãmara, Oscar Romero, António Ferreira Gomes, Sebasteão Resendes, Américo de Aguiar.Abel Varzim, Dorotty, Zilda Arns, Joaquim Alves Correia, Honorato Rosa, João Resina Rodrigues, Manuel Fernandes Pombo,Laurindo Pestana Leal (Madeirenses) umas religiosas assassinadas em Napula por traficantes de órgão sexuais de crianças e tantos outros e outras que morreram não para salvar a igreja , mas para testemunhar, com o seu exemplo, Jesus.O seu paradigma era Jesus Cristo e o seu Evangelho. São estes mártires do seculo XX e XXI. Não foi o Imperador da Austria (o que se sabe deste beato é que comungava diariamente) nem Jose Maria Balanguer (fundador da terrífica Opus Dei-a pide do Papa e de Roma).