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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Que diferença face aos cadeirais episcopais da Europa...

Quando vi a foto acima eu fiquei realmente impressionado.
É um bispo anglicano da TAC (Canadá), Rt Rev. Carl Reid, quem ensina, nos degraus do altar, às novas gerações sobre Jesus Cristo.
É uma imagem poética, pelo menos para mim. Mostra como o múnus episcopal pode ser tão simples, tão delicado. Delicadeza é justamente a palavra que encontro para essa foto.
A burocratização da função episcopal dentro da Igreja Católica dificulta momentos como esses. Os bispos católicos são membros de tantas comissões, tantas reuniões em lugares sinceramente inúteis, tantos prêmios recebidos nas câmaras municipais que momentos como esses são praticamente inexistentes.
O Rev. Carl se tornará, em breve, um sério candidato a Ordinário Anglicano Católico (Romano) do Canadá. Rezemos por ele e para que continue assim.
Autor Danilo Augusto, in blogue: Igreja Una

3 comentários:

MARIA MANUELA disse...

Porque que os nossos sacerdotes não fazem o mesmo? Quando acaba a celebração vão imediatamente para a sacristia! Porque que os sacerdotes não cumprimentam os seus paroquianos à saída da Eucaristia?
Porque é que os nossos sacerdotes quando se pede serviço e não aceitam? Julgo

José Luís Rodrigues disse...

É a Europa,minha amiga. Porém, perguntas importantes para a reflexão... Mas, consta que não é tudo igual e que já vai havendo uns oásis felizes onde se pode retemperar algumas diferenças. Obrigado pelo contributo. Abraço

Ivete disse...

Não, não é a Europa. Aqui no Brasil não vejo nada diferente! E por mais que tenha respeito aos bispos e sacerdotes, percebo que é algo assim que falta para animar o amor à Jesus.Como leiga que procura servir á Jesus, percebo que hoje há um vazio muito grande nas nossas igrejas.Um vazio desta simplicidade que vemos na foto.Aquela mesma simplicidade que percebíamos também em João Paulo 2º e que, há muitos anos atrás pude perceber em alguns dos sacerdotes com quem trabalhei. É claro que ainda existe gente assim.Pena que são tão poucos...

Um grande abraço