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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Auschwitz-Birkenau: o campo de fábrica da morte

No dia 27 de Janeiro de 1945, por volta das 15 horas, os soldados da frente ucraniana chegaram ao campo de Auschwitz-Birkenau, na Polónia, o maior centro de extermínio do Terceiro Reich. 65 anos depois, as feridas ainda não sararam.
7.000 sobreviventes foram libertados nesse dia. Dez dias antes, as SS tinham evacuado mais de 60 mil prisioneiros. Muitos milhares morreram nessa caminhada para a morte.
Este ano, os que assistam às cerimónias dos 65 anos de libertação de Auschwitz podem fazer uma ideia do que se passou.
É o caso de Olga Sokolova:
“A exposição mais emotiva talvez seja a colecção de cartas que os oficiais soviéticos enviaram depois de entrar no campo e enfrentarem esse horror de perto. Foram eles que alcunharam o campo de fábrica da morte. Estavam profundamente traumatizados com o que viram”.
Entre 1940 e 1945, um milhão e trezentas mil pessoas foram deportadas para Auschwitz-Birkenau. Só 200 mil escaparam aos fornos crematórios, às câmaras de gás, e às experiências do doutor Mengele. É difícil fazer-se uma ideia do que aquilo foi. Jerzy Michnol tinha quinze anos em 1945.
Jerzy Michnol:
“Quando íamos tomar banho não sabíamos o que se ia passar. Dependia de um dedo apontado para cima ou para baixo. Pensávamos que cada duche seria o último. Era terrível. A vida dependia da decisão de um oficial das SS. Podia mandar-nos para o duche ou para câmara de gás”.
Nota do autor do blogue: Mais palavras para quê para qualificar a maior bárbarie da história da humanidade... Diante da vida lembremo-nos do pior que já foi feito, para que tenhamos sempre muita força para fazer o bem.
Texto e imagem: Google (euronews)...

2 comentários:

CYWMARA WADISQUY disse...

UMAAA OTIMA SEMANA..MOÇO

XERO GRANDE =]

José Luís Rodrigues disse...

Muito obrigado e igualmente...