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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Teologia em acção no Funchal a não perder esta sexta feira

Sempre há qualquer coisa que destoa na Igreja Católica

Amanhã dia 30 de Novembro às 18 horas no Teatro Baltazar Dias acontecerá um momento interessante e importante de cultura e formação religiosa, Andrés Torres Queiruga, teólogo espanhol, apresentará o seu recente livro «Quem foi, Quem é Jesus Cristo?». Obra que lhe valeu a condenação dos bispos espanhóis. Escreveu o Instituto Humanitas Unisinos o seguinte sobre esta atitude de alguma Igreja a propósito da publicação desta obra: «Os bispos acabam de condená-lo “sem diálogo prévio sério” e Andrés Torres Queiruga diz sentir-se “surpreso, escandalizado e triste”. Surpreso “pelo procedimento inusitado”. Escandalizado, porque os problemas que colocam à sua obra “passariam com muita dificuldade por um exame de Teologia”. E triste, pelo “duríssimo golpe” que o caso representa “para a credibilidade da Igreja”. Profundamente agradecido pelas demonstrações de solidariedade, que “são um rio que não para”, o teólogo galego pede “diálogo público” com os promotores da sua condenação e garante que continuará refletindo, publicando e “repensando a fé em categorias atuais; é minha vocação e minha paixão”.
Algumas referências da vida de Andrés Torres Queiruga ( Ribeira, Galiza, 1940) é um teólogo e escritor galego.
Realizou estudos no seminário de Santiago de Compostela e na Universidade de Comillas, passou dois anos em Roma realizando a sua tese.
Foi professor de Teologia no Instituto Teolóxico compostelá e de Filosofia da Religião na Universidade de Santiago de Compostela.
É membro da Real Academia Galega e do Consello da Cultura Galega; foi um dos fundadores e diretor da revista Encrucillada.
Está entre nós uma das figuras mais proeminentes da teologia da atualidade, o professor Andrés Torres Queiroga, que diz do seu trabalho o seguinte: «O núcleo mais vivo e fundamental da minha teologia move-se sempre entre dois polos: 'repensar' os conceitos da teologia, a partir do reconhecimento da autonomia das criaturas, e 'recuperar' a experiência original, tornando patente a sua relação constitutiva com Deus. A 'reformulação' é uma consequência». A não perder de forma nenhuma.  

3 comentários:

Pramos disse...

Bom dia!
Parece-me ser uma oportunidade a não perder.
Lamento não poder estar presente.
Espero por um relato feito por si Sr. Pe. José Luis.
Pr

Ana Loura disse...

Quem me dera estar aí. Gosto muito de Queiruga.

Ana Loura disse...

eu não perderia se estivesse perto. Gosto muito de Queiruga
Abraço