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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Cortes nas pensões de sobrevivência

Os irrevogáveis ministros «sociais democratas cristãos»?
O desgoverno de Passos Coelho e Paulo Portas preparam-se para cortar nas pensões de sobrevivência para poupar ao Estado apenas 100 milhões de euros. «Já não há vergonha», aludindo ao Jorge Ferreira, para continuar nesta armada de empobrecer cada vez mais o país e dar a última machada no Estado Social. Este desígnio de gente impreparada, guiada por um neo-liberalismo bacoco, continua imparável com meias verdades e mentiras a conta gotas a sugar os mais pobres e a tirar dinheiro à economia real.
«O sistema será automático, não exigindo qualquer esforço de comprovação de recursos (rendimentos ou património) dos pensionistas, como acontece na prova de condição de recursos exigida aos beneficiários do RSI. As mesmas fontes, oficiais, admitem que os cortes vão ser progressivos, atingindo sobretudo os beneficiários com pensões mais elevadas. No fundo, o Governo compromete-se, para o OE2014, com uma poupança de 100 milhões de euros na despesa com pensões de sobrevivência. Cerca de 4% da despesa total com estas prestações sociais atribuídas a viúvas e viúvos - entre o regime geral da segurança social, e a caixa geral de aposentações - o Estado gasta cerca de 2700 milhões de euros com pensões de sobrevivência, a cada ano", referem as notícias deste dia. Uma tragédia social. 
Cada vez haverá mais disto, espelho das acções
dos sem vergonha que nos desgovernam
O corajosos que nos desgovernam roubam aos pobres e salva as grandes empresas e os grupos económicos. O todo poderoso Paulo Portas e Passos Coelho aí não tocam, porque está tudo minado com os betinhos cristãos católicos vindos da Universidade Católica e filhos dos magnatas ligados aos grandes partidos. Um bando de corvos que tomou conta de tudo do bem comum. Sofrem os fracos, os indefesos.
É preciso parar com esta desgraça. Ou queremos um país onde a maioria ficará irremediavelmente muito pobre e outra minoria irremediavelmente muito rica... Também assusta convencer-me cada vez mais que vamos ter uma sociedade profundamente insegura, porque serão imparáveis os pequenos e grandes roubos, a mendigaria vai atolar as nossas cidades, porque a fome será cada vez mais a tragédia do nosso país. E a maioria ou pedincha ou vagabundeia ou rouba para comer.
O olhar para o horizonte da incerteza
vai comandando a vida de tanta gente
Já vai sendo tempo de serem exigidos que os cortes terão de ser feito ao nível da claque de privilegiados da administração pública e também devem ser responsabilizados os governantes que fazem brincadeiras infantis tipo aquele do «irrevogável» do sr. Paulo Portas. E devem ser presos todos os agentes da corrupção que lesam quotidianamente a justiça e o bem comum. Mais ainda se espera que alguma coragem apareça à frente dos nossos destinos para renegociar as dívidas e os juros. Se assim não for em pouco tempo teremos um país completamente dizimado. É preciso travar esta queda pelo abismo e fazer com que o nosso povo em todas as idades volte acreditar no futuro e a viver com alegria.
A insensibilidade destes políticos actuais é impressionante, falam de cortes aos mais indefesos com uma desenvoltura preocupante e não se importando nada com o fim do Estado Social nem muito menos com o sofrimento que conduz às lágrimas que muitos vertem diante da miséria que têm dentro de casa, o desespero perante a falta de trabalho/emprego e com uma grande porção da população desocupada sem qualquer perspectiva de futuro. É preciso ao Dr. Paulo Portas não ter mesmo vergonha nenhuma depois de ter feito o que já fez lesando o Estado com muitos milhões. A mentira e a lata estão em alta. Alguém que trave esta barbaridade senão daqui a dias não teremos pessoas. A vergonha pode ser um mal em muitas coisas da vida, mas não ter vergonha nenhuma é uma tragédia bem pior.

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