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domingo, 6 de outubro de 2013

Frases divertidas do Papa Francisco no Rio de Janeiro

Muito engraçado o que se segue....
Sobre os jornalistas:
Não são "santos da minha devoção", mas tampouco "leões tão ferozes assim".
Durante a bênção das bandeiras no Rio de Janeiro, o Papa Francisco brincou com os presentes. Diante do comentário do prefeito sobre o mau tempo, disse: "Vocês precisam levar uma dúzia de ovos às Clarissas"; e a uma lutadora de carate: "É melhor eu cumprimentar você com respeito". Com um ex-jogador de basquete, brincou sobre sua altura.
Aos jovens argentinos se entusiasmaram com a já famosa frase "Quero bagunça nas dioceses, quero que saiam às ruas"; na conversa com eles, também brincou sobre estar enjaulado: "Que pena que estejam enjaulados. Eu também às vezes me sinto enjaulado, confesso de coração. Eu gostaria de estar mais perto de vocês, mas compreendo que, por questões de segurança, às vezes isso não é possível".
À venezuelana Estefani Lescano, de 21 anos, comentou que o Papa lhe disse, brincando: "Os venezuelanos não têm pecados".
Um dos momentos mais espontâneos do Papa Francisco foi o almoço com os jovens. Começou dizendo: "Quem é o cara-de-pau que vai falar primeiro?". E falou abertamente: "O que quiserem perguntar, podem perguntar; se há algo com o qual não concordam, espero que me digam também; não digam somente 'sim' porque 'sim'".
Diante dos bispos do CELAM: "O fenómeno dos bispos polígamos (risos). Estão casados com uma, mas esperando para ver quando chega a promoção".
Na emissora Globo. Sobre a rivalidade Brasil-Argentina, o Papa Francisco disse que já está superada: "Negociamos bem: o Papa é argentino e Deus é brasileiro".
Quanto à sua escolha de morar na Casa Santa Marta, afirmou, rindo, ser "por razões psiquiátricas: não posso viver sozinho", e "por razões de pobreza, pois, do contrário, teria de gastar muito dinheiro com psiquiatras".
À segurança do Vaticano e do Brasil, ainda que "os dois sabem que sou muito indisciplinado neste aspecto"; ou quando falou da proximidade necessária da Igreja: "Não conheço nenhuma mãe por correspondência".
No avião papal, o Papa Francisco deu corda à sua capacidade criativa. Sobre o conteúdo da maleta preta, disse: "Não guardo nela a chave de uma bomba atómica"; "Guardo lá o barbeador, o breviário, a agenda e um livro para ler. É normal carregar uma maleta quando viajamos, temos que ser normais".
Sobre o IOR, Banco do Vaticano, também brincou: "Vamos por um lado, mas se chutam e fazem um golo, precisamos atacar, não é mesmo? A vida é assim e esta é a beleza da vida. Não sei como vai acabar a história do IOR".
Ele inclusive se atreveu a falar do caso de um sacerdote preso com especial ironia: "Temos esse monsenhor na prisão [núncio Acarano, acusado de desviar grande quantidade de dinheiro], e ele não foi preso precisamente por se parecer com a Beata Imelda...".
Sobre o lobby gay no Vaticano se livrou do seu fino senso de humor: "Escrevem muito sobre o lobby gay. Mas eu ainda não me encontrei com ninguém que me mostre um documento de identidade que diga isso".
Mas talvez o momento mais engraçado tenha sido quando o Papa Francisco perguntou se já queriam jantar e um jornalista lhe indagou: "O senhor está cansado?". "Não estou casado, sou single", respondeu, fazendo todos rirem.
In ALETEIA

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