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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Horroroso, e em tempo de férias!

Não se aconselha a leitura deste texto a crianças, nem a adultos e idosos doentes. Pode provocar náuseas, vómitos, pesadelos; e desculpem a ironia em tema tão sério.
O meu amigo veio contar: um horror o que fizeram àquelas crianças pequenas no Iraque! Cortaram cabeças. Tantas no chão a sangrar! E logo outro amigo enviou-me imagens. Chocante. Não deviam mostrar aquilo! E fizeram aquilo para agradar a um deus estranho.
Um terceiro amigo (Agostino Nobile) trouxe outras histórias reais, chocantes, com o seu livro Anti Cristo Superstar. Da Itália para ler em férias. Só uma história deste livro, documentada. Na Inglaterra chocou virem revelar que milhares de corpinhos desmembrados, triturados de crianças matadas antes e ao nascer servissem para produzir calor nas caldeiras do governo. O horror estava aí: revelar o horror é que era horror. Matá-las antes de nascerem, meias nascidas e após o nascimento parece que não é horror. Horror é revelar.
No Iraque foram mortas em nome de um deus ídolo da guerra jihad. Quem não aceita esse ídolo deve ser morto. No ocidente em nome do deus ídolo Anti-Cristo de Nietzsche matam-se milhões de bebés antes de nascer, meio nascidos, “defeituosos”, estorvos. Matar em nome de um deus cruel da guerra jihad é um horror. Matar em nome de um deus tecnicista do cientismo para arrumar um mundo de gente perfeitinha, será? Matar à facada, a machado, na rua e tirar fotos! Que grosseria. É mesmo crueldade. No Ocidente é diferente. Não se mata. Que horror! Só se interrompe a vida, só se ajuda o doente a matar-se, a ter “boa” morte. Nada de grosserias. E com instrumentos esterilizados de profissionais competentes, com técnicas aperfeiçoadas, em clínicas e hospitais. Trabalho limpo, civilizado. E nada de fotografias de bebés despedaçados, triturados, asfixiados, injetados de venenos, nada de vídeos. Fotos? Que horror! Trabalhitos limpos de trituração, desmembramento e de injeções, para interromper a vida tem “ética”, até vêm dizer que é uma obrigação científica.
O autor do Anti Cristo defende na linha de Carrles Darwin e outros que só os mais fortes, inteligentes e importantes devem viver. Doentes e fracos para quê? Os grosseirões do Iraque, francamente, crianças saudáveis, mortas sem higiene, na rua, à vista de todos! Que horror! E ainda deixam tirar fotos. Por cá nada de fotos; podia fazer desmaiar alguém, e perturbar o plano de limpar o planeta de gente impura, gente a mais. As doações de milionários a tecnicistas permitem melhor, matar com mais técnica e recato. E usar palavras soft: interromper, ajudar a morrer, melhorar a espécie...menos doentes, menos incapazes e inúteis é um serviço social à Nietzsche. Ele escreveu, agora a seita tecnicista endinheirada executa. Não é verdade, dirão alguns. Ai não? Não sejamos os “idiotas úteis”. De quem? Ah do Lenine. Então verifiquem a bibliografia. Ou abram a net com critério. Os nazis e os estalinistas, ajudados por milionários, também faziam tudo em segredo, para não causar náuseas nas pessoas decentes. Tinham bom coração...E muitos diziam: é mentira. Os horrores da seita jihadista e os das “seitas tecnicistas” serão assim tão diferentes?
Aires Gameiro

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