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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

As mulheres falaram grosso no Sínodo sobre a família

Eis alguns trechos da intervenção da historiadora italiana Lucetta Scaraffia na sessão plenária do Sínodo dos bispos sobre a família, na última sexta-feira, 16 de outubro. Scaraffia é membro do Comité Italiano de Bioética e professora da Universidade La Sapienza de Roma. O artigo foi publicado no jornal Il Messaggero.
Para bom entendedor...
«Vocês, de fato, falam muito frequentemente de uma família abstrata, uma família perfeita, mas que não existe, uma família que não tem nada a ver com as famílias de verdade que Jesus encontra ou de que fala».
Mas como não pode ser assim, se aqueles que falam de família não têm experiência nenhuma de família? 

Esta mulher deu um forte abanão no Sínodo sobre a família… Merece ser lido com atenção AQUI
Destaco o seguinte: «As famílias no mundo são muito diferentes, mas em todas são as mulheres que desempenham o papel mais importante e decisivo para garantir a sua solidez e durabilidade. E, quando se fala de famílias, não se deveria falar sempre e só de matrimónio: está crescendo o número de famílias compostas por uma mãe sozinha e pelos seus filhos».
E ainda: «Para fazer isso, porém, ela precisa escutar a realidade e os sujeitos reais da família, isto é, os homens e as mulheres: homens e mulheres de verdade, mas especialmente mulheres que viveram e refletiram sobre a grande mudança do papel feminino no último século, uma das razões fundamentais da crise da família.
Uma família tão perfeita que parece quase não precisar da sua misericórdia, nem da sua palavra: «Eu não vim para os sãos, mas sim para os doentes, não para os justos, mas sim para os pecadores».

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