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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Os muros que se levantam nas democracias

Uma reportagem excelente para ler AQUI...
O mundo da «dolarcracia» e da «euroscracia» está a semear o medo, o sofrimento e a morte no mundo inteiro com os novos muros que se levantam por todo o lado contra o estrangeiro, o outro, o diferente. Esta imagem é bem sugestiva desta desgraça que vai comandando os povos nos nossos dias. Por isso, Gabriel Pensador decifrou desta maneira:

Monumento aos que morreram tentado atravessar a fronteira
entre o México e os Estados Unidos, entre Tijuana e San Diego.
Cada caixão representa um ano e o número de mortos.
«Quero que a sorte me ajude nas batalhas que eu travo
mas do berço ao Ataúde vou manter minha atitude não
importa a latitude ou longitude, povo que não tem virtude
acaba por ser escravo, nem centavo, nem milhão, nem o
dobro, nem metade, nem a prata, nem o ouro, nem o
euro, nem o dólar, nem fortuna, nem esmola, nada do
que eu conheço paga o preço de viver sem liberdade,
felicidade não é coisa do outro mundo, eu não sou um
vagabundo mas sei vagabundear. Trabalho duro penso
no futuro mas o presente eu vou desembrulhar». 
Gabriel Pensador
- O Papa Bento XVI tinha ensinado que «A Quaresma é um tempo favorável para redescobrir a fé em Deus como critério-base da nossa vida e da vida da Igreja. Isso comporta sempre uma luta, um combate espiritual». Bento XVI, 17/02/2013.
Vamos a isso... 

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