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sexta-feira, 17 de junho de 2016

A cegueira do ódio

É o ódio não tem medida. É um veneno corrosivo. É o motor da violência e da morte. Por isso, excelentemente escreveu o marido de Jo Cox, a deputada assassinada friamente ao sair da biblioteca de Birstal, em Leeds:
«Perdemos uma mulher maravilhosa, perdemos uma deputada maravilhosa, mas a nossa democracia continuará. O seu trabalho perdurará. Enquanto estamos de luto, trabalharemos em nome da sua memória para chegarmos ao mundo melhor para o qual ela passou a vida a trabalhar».
Jo Cox estava a menos de uma semana de fazer 42 anos. Tinha dois filhos, ambos do seu marido, Brendan, que, em nome dela, pediu que o mundo não cedesse ao ódio. Acrescentando o seguinte: «Ela quereria duas coisas acima de tudo. A primeira, que os nossos preciosos filhos sejam banhados em amor. E, em segundo lugar, que nos unamos na luta contra o ódio que a matou. O ódio não tem credo, raça ou religião. É venenoso». Deve ser este o trabalho de todos nós, porque o ódio está por todo o lado. É o mal maior do mundo. Lutemos contra ele.
E não esqueçamos: «Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra» (William Shakespeare).

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