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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

A nossa casa comum chama-se Madeira

A Madeira, a nossa Madeira, «a nossa Casa Comum», como belissimamente tem dito o professor João Batista, que a meu ver é uma das pessoas que se pode escutar com atenção em matéria de assuntos relacionados com as calamidades que têm assolado a nossa terra. Sabe do que fala, diz com paixão tudo o que sabe sobre a Madeira e aponta preocupado a urgência de mudança de comportamentos em relação à forma como lidamos com a natureza, a paisagem e o território que é a «nossa casa comum» (a Madeira). Caso não se faça essa urgente mudança de comportamentos «estamos na Madeira a prazo».
Face a isto e a tudo o que se tem passado nos últimos dias, onde vemos tanta falta de humildade, tanta desunião e alguma descoordenação e tanta gente a se promover à custa da catástrofe e a desgraça dos outros, digo e redigo e não me cansarei de dizer, a Madeira é demasiado importante para estar só e apenas na mão dos políticos ou de alguns grupos instalados na montanha da burocracia e dos privilégios. Cabe a todos os cidadãos deitar mãos à obra e construirmos uma Madeira onde a preocupação com o equilíbrio ambiental, a beleza da paisagem, o respeito pelas regras e o ordenamento do território, fazem parte dos comportamentos e opções de todos os cidadãos.
Tudo é demasiado sério e importante para estar só e apenas na mão de alguns. Ainda mais se considerarmos que muitos desses tais vivem especialmente cumprindo mandatos muito fixados nos seus interesses e da família partidária a que fazem parte.  
Não esqueçamos, a Madeira é demasiado importante para nos demitirmos da responsabilidade que compete a todos. Não deixemos por mãos alheias aquilo o que é de todos nós. 

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