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sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Viver em liberdade

Ao sétimo dia
1. Para São Paulo, no seu tempo, a escravidão, era submissão de uma pessoa à arbitrariedade de outra, que tinha riqueza ou poder para dominar os outros.

2. Neste tempo, que é o nosso, também podemos entender que os escravos de hoje são os que foram dominados pela toxicodependência (drogas), o álcool, as tecnologias (telemóveis, ipads e computadores), redes sociais, álcool, fama (vontade de aparecer e o culto desmedido pela imagem).

3. O mais importante é sempre entrar por caminhos, que embora tenham curvas e contracurvas, vão sendo feitos com os dois pés bem assentes no chão com o equilíbrio da razão e a sensibilidade do coração. A fé e a esperança são condimentos importantes para que aconteça o amor, a única meta que importa atingir, quando se entra em qualquer caminho.

4. A liberdade perante os caminhos que se impõem como potenciais opressões, deve ser exercida com coragem para os recusar, mesmo que isso implique acolher outras opções que logo à partida não pareçam aliciar tanto ou até tragam algum sofrimento. O prazer final de que se conseguiu é uma sensação que os verdadeiros campeões sabem bem o que é. Perante os caminhos da vida bastará esta consciência: «tudo quanto aumenta a liberdade, aumenta a responsabilidade» (Victor Hugo). Descobrir a liberdade sem amarras, deve ser um exercício frequente.  

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