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sexta-feira, 20 de abril de 2018

A bondade do Pastor

Ao sétimo dia
Bom Pastor que me chamas do alto do monte,
Bom Pastor próximo de mim com as suas ovelhas
Tão alegre canta «hossanas» pelo som do vento,
A ovelha perdida foi encontrada, pertence-lhe aquela paz
A paz que me serena quando oiço a Tua voz
Porque nessa hora me revejo em ombros, Bom Pastor.
Tanta felicidade e tanta paz nestes prados.
É a abundância que temos no amor que não se perde,
Ele é dom do sol que cai sobre nós,
Que naquelas costas aquece o coração sobressaltado,
Em alegria porque se sente encontrado.
Eis para mim a morte da indiferença,
Há um rosto que sorri, uma face que me encontra.
No redil um sol que brilha descansa a manada
Foi uma festa sobre os ombros carregado,
Do fundo dos vales da vida muitas vezes ofuscada.
JLR

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