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sexta-feira, 4 de maio de 2018

Escolher bispos tipo a sortes

Singela observação face a esta notícia:
Eu gostava de saber, que para além de se andar a jogar nomes para papelinhos ou para o ar, estava a nossa comunidade diocesana (católicos e porque não até não católicos, um bispo é de todos e para todos sem ser de ninguém) a debater perfis, onde se tinha em conta, as qualidades, a competência, o testemunho cristão, a solicitude pelos mais pobres, a coragem profética, a convicção da fraternidade sacerdotal e universal, os ideais de transparência e capacidade de diálogo... Entre tantos outros elementos que podem servir para que tenhamos um bispo com perfil aproximado ao de Jesus de Nazaré. Mas isto sou eu a pensar ao sabor do vento e que, felizmente, não recebi encomendas para jogar nomes para o ar. Em todo o caso, como há muitos que não largam as tradições para o que lhes convém, nisto até estou de acordo que podia ser assim a modos das primeiras comunidades cristãs que tinham muito que dizer na eleição dos seus bispos. Mas isto de ser tipo "sortes" tem muito que se lhe diga, pois muito má sorte tem calhado a muitos e fala por si a experiência. 

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