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sábado, 8 de fevereiro de 2014

Se puderem não percam o filme Filomena

Cinema
A bondade e o perdão contra a malvadez humana mesmo que encapotada da mais fina religiosidade... Filomena: um filme que desmascara a doutrina desumana e profundamente negativa da Igreja católica quanto ao amor e a sexualidade. Um excelente filme e um magnífico momento de cinema. Aconselho vivamente.... Está na Sala 3 do Madeira Shoping.
"Filomena": Mãe que procura filho há 50 anos e argumentista de filme que estreia em Portugal encontraram-se com papa
Na Irlanda de 1952, Philomena Lee, 18 anos, nascida no seio de uma família e comunidade profundamente católicas, órfã de mãe e educada na escola de um convento, num regime alheado do mundo para lá dos seus limites geográficos, espirituais e afetivos, conhece um rapaz numa feira local.
Uma maçã e uns caramelos são o bastante para que Philomena creia que o jovem é capaz de lhe oferecer tudo o que deseja da vida. A paixão consuma-se, resultando na sua gravidez.
Insustentável aos olhos da família, não haverá projeto de maternidade para esta rapariga, que é mandada para longe e forçada a entregar o filho para adoção. Uma forma de manter a maternidade em segredo, esconder a vergonha, redimir-se por ter sucumbido à tentação e expiar o pecado de ter um filho fora do casamento. Um passo então considerado benéfico para a reconciliação com Deus.
Em vez de reconciliada, Philomena viverá 50 anos atormentada por uma culpa abafada em segredo, somando, à ideia de pecado, o enorme peso de se ver obrigada a rejeitar o maior dom que Deus lhe havia concedido, o de gerar vida.
Foto: REUTERS/The Philomena Project
É ao fim deste tempo que conhece Martin Smith, um jornalista que, intrigado pela sua história, a encoraja a procurar o filho e assim reconciliar-se genuinamente consigo, com aquele e com Deus.
Foto: REUTERS/The Philomena Project
Publicado em 2009, "The lost child of Philomena Lee" ("O filho perdido de Philomena Lee") foi um êxito de vendas ao contar, em primeira mão, a verdadeira história de uma das muitas mulheres forçadas, ao longo de anos, a rejeitar a maternidade por imposição de princípios morais não exclusivamente adotados em contextos católicos.
Foto: REUTERS/The Philomena Project
O livro serviu, como é possível que sirva agora esta adaptação ao cinema, para trazer à tona uma quantidade substancial de casos semelhantes, em que muitas das mulheres que passaram pela mesma experiência se sentiram encorajadas não apenas a contar a sua história, mas a reencontrar-se consigo e os seus filhos.
O filme, bem construído e gerido, contando já com uma enorme popularidade e um palmarés assinalável, de que se destaca o Prémio Signis (Associação Católica Mundial para a Comunicação) em Veneza, beneficia enormemente da interpretação de Judi Dench, que dá à protagonista a profunda dimensão dramática da sua história.
Foto: REUTERS/The Philomena Project
Eis um filme que não se esgota nem no tema, nem na época, nem no contexto geográfico que aborda: além da questão concreta da maternidade fora do matrimónio, que desejavelmente fará refletir sobre a diversidade de contextos que a propiciam, a narrativa evoca a prioridade a dar aos filhos, a par do amor e da caridade.
Philomena Lee encontrou-se na quarta-feira com o papa Francisco, a quem pediu ajuda na campanha, liderada por si, que procura voltar a juntar pais e filhos forçados a separarem-se, e apela ao governo da Irlanda que autorize o acesso a informações secretas sobre crianças tiradas aos familiares e entregues para adoção.  
Foto: REUTERS/The Philomena Project
No encontro, que decorreu após a audiência geral, participou também o ator Steve Coogan, coautor do argumento, produtor e intérprete da personagem do jornalista.
Papa Francisco conversa com Steve Coogan e Philomena Lee. Vaticano, 5.2.2014.
O filme foi nomeado para quatro Óscares: melhor filme, melhor atriz, melhor argumento adaptado e melhor banda sonora original.

Margarida Ataíde
Grupo de Cinema do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura
In Agência Ecclesia
Com SNPC/rjm  07.02.14 

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

«É um caos» o nosso hospital

Mas qual a novidade desta manchete... Fatalmente, para nossa desgraça, estamos a nos habituar. Como é possível ter-se chegado a isto? - A meu ver, porque a irresponsabilidade, o desrespeito pelo povo madeirense está bem patente nas atitudes de quem tem desgovernado a Madeira e o povo sempre foi conivente até ao ponto de legitimar em votos essa irresponsabilidade e desrespeito por si mesmo. Só espero que as novas gerações acordem e percebam que não se faz história nem muito menos se constrói o futuro com bajulices, com apadrinhamentos e com a cabeça baixa até aos pés a dizer sim a tudo, só porque vem de quem manda. Uma tristeza que nos tem feito pagar caro. Só espero que os que restarem com alguma saúde, acordem de uma vez. O nosso hospital «é um caos». Quem são os culpados?- E ninguém vai preso... 

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

O sal e a luz do mundo

Comentário à missa deste domingo, 9 fevereiro de 2014

 Domingo V Tempo Comum 
A metáfora do sal e da luz, aplicada à vida cristã, é muito interessante e faz-nos reflectir sobre a nossa missão no mundo. Já sabemos que a religião de Jesus não é uma religião de meias medidas e meios-termos, ou é tudo ou é nada. Ora, mas nem sempre o nosso coração está predisposto para acolher essa radicalidade e nem sempre o nosso entendimento é capaz de enquadrar na vida esta frontalidade de valores que Jesus nos propõe, para sermos a luz que brilha na escuridão do mundo e o sal que dá sabor a toda a vida. E como faz o seu caminho a propensão diabólica do egoísmo tomando conta da alma e da vida das pessoas.
Segundo a mensagem que Jesus nos quer transmitir somos desafiados a viver profundamente a radicalidade do serviço aos outros, não importando nada as manias, os pensamentos, as vivências e as opções que cada um acolhe na vida nem muito menos a condição social de cada pessoa.
Nunca foi fácil conseguir as coisas boas da vida. E todos sabemos que aquelas coisas que são mais difíceis de conseguir são as mais saborosas. Os estudantes sabem que as notas melhores foram as que deram mais trabalho e mais empenho no estudo; as mães sabem que a criança que carregam nos braços causou muito sofrimento, mas não deixam de mostrar essa dádiva com um sorriso nos lábios; a cura de uma doença ao fim de muito dinheiro gasto e de tratamentos dolorosos é algo que se partilha com prazer; o atleta que depois de chegar à meta ostenta com alegria o trofeu que ganhou, sabe que isto não é resultado da preguiça, mas de muito trabalho e de muito cansaço. O Cristiano Ronaldo para ser o melhor do mundo, dizem ser uma pessoa incansável nos treinos diários que realiza e que os faz a dobrar (se lhe pedem duas horas ele faz quatro) e mais ainda dizem ter uma vontade enorme de vencer que supera a sua humanidade. Estes exemplos são modelares e podem levar-nos a deduzir que tudo o que é difícil, é sempre muito saboroso no fim quando tudo está terminado.
As condicionantes não podem ser regra para viver o reino de Deus. Cada um é chamado a viver profundamente esta proximidade com desprendimento, honestidade e desinteresse.
A causa do reino de Deus é a regra principal da vida cristã e diante dessa regra não podem subsistir meias palavras e meias medidas. Jesus ensina-nos que este caminho é o mais seguro para a vida. Esta verdade é muito certa, porque uma pessoa quando não sabe viver senão no ódio e no rancor contra os outros é uma pessoa profundamente triste e sem sabor. Por isso, aqueles lugares onde a injustiça, a competição desmedida entre colegas/amigos são o pão de cada dia, tudo desmorona e vive-se um ambiente pouco saudável e aí está uma atmosfera de revolta inevitável. 
Perante a Igreja que somos, cristãos baptizados, o Papa Francisco ensina que, «O carácter missionário da Igreja não é proselitismo, mas testemunho de vida que ilumina o caminho, que traz esperança e amor. A Igreja – repito uma vez mais – não é uma organização assistencial, uma empresa, uma Organização Não Governamental (ONG); é uma comunidade de pessoas que, animadas pela acção do Espírito Santo, viveram e vivem o espanto do encontro com Jesus Cristo, desejando partilhar esta experiência de profunda alegria, partilhar a Mensagem da salvação que o Senhor nos trouxe. É o próprio Espírito Santo que guia a Igreja neste caminho. Queria a todos encorajar a tornarem-se anunciadores da Boa Notícia de Cristo» (Papa Francisco, Mensagem para o Dia mundial das missões 2013). Que Deus nos abençoe sempre com o dom da felicidade perante o que somos e o que temos.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

A vergonha descarada já não tem limites nos desgovernantes

Observem bem para onde vai o dinheiro que tiram nas reformas, salários e impostos...

Se isto corresponde à verdade. Estamos bem servidos pela interposta pessoa que nos representa, o Presidente da República. É duro demais para ser verdade... Após a minha oração da manhã deste dia deparo-me com um mail deste teor que merece toda a indignação e denúncia. Se não vos enoja divirtam-se apreciem a beleza das belas assessoras que se dedicam a assessorar este ilustre despesistas que é Cavaco Silva. 
Só porque a rapariga é mesmo atraente, o pessoal foi “vasculhar” para saber quem era “tão bela peça”…e vejam o que saiu…
Eu não sabia! Mas fiquei agora a saber, graças ao Cristiano Ronaldo, que há uma assessora para os Assuntos da Juventude e Desporto de seu nome, Carla Mouro, uma bonita assessora, diga-se em abono da verdade.
E, claro, à boa maneira portuguesa logo a inveja se fez sentir, em comentários sobre o tamanho da saia da Carla…! 
Este caso despertou a curiosidade de saber, afinal, quantos assessores ou consultores tem a Presidência da República ao seu serviço. Aqui fica a lista para vossa apreciação;      
ELEMENTOS QUE INTEGRAM A CASA CIVIL

Chefe da Casa Civil
– José Manuel Nunes Liberato
Assessora do Presidente da República
– Ana Palha
Consultora
– Teresa Sanches
Assessoria para as Relações Internacionais
Assessora
– Luísa Bastos de Almeida
Consultor para as Relações Internacionais e Comunidades Portuguesas
– Mário Martins
Consultora
– Maria Manuel Morais e Silva
Consultora
– Raquel Oliveira Martins
Assessoria para os Assuntos Políticos
Assessor para os Assuntos Parlamentares e Autarquias Locais
– Nuno Sampaio
Assessor
– Ademar Vala Marques
Consultor
– António Araújo
Consultor para os Assuntos Políticos e da Sociedade
– José Luís Jacinto
Consultor
– Fernando Lima
Adjunta
– Teresa Byrne
Assessoria para os Assuntos Jurídicos e Constitucionais
Assessora
– Ana Martinha
Assessor
– Gonçalo Matias
Consultor para os Assuntos de Justiça
– António Macedo Almeida
Consultor para os Assuntos Constitucionais
– Carlos Blanco de Morais
Assessoria para a Juventude, Educação, Ciência e Ambiente
Assessora para a Educação
– Suzana Toscano
Consultor para o Ambiente, a Ciência e o Mar
– Tiago Pitta e Cunha
Consultora para os Assuntos da Juventude e Desporto
- Carla da Cruz Mouro
Assessoria para a Segurança Nacional
Consultor
e Secretário do Conselho de Estado
– Abílio Morgado
Assessoria para os Assuntos Económicos e Empresariais
Assessor
– Joaquim José Miranda Sarmento
Consultor para os Assuntos Económicos
– Luís Bernardes
Consultor para os Assuntos Económicos
– João Borges de Assunção
Consultor para os Assuntos Empresariais
– Pedro de Almeida
Consultor para a Inovação
– Jorge Portugal
Consultor para os Assuntos Agrícolas e o Mundo Rural
– Armando Sevinate Pinto
Consultor para os Assuntos Europeus
– Vítor Martins
Assessoria para os Assuntos Sociais
Consultor
– David Justino
Consultor para os Assuntos da Saúde
– Manuel Antunes
Consultora para os Assuntos da Política de Saúde
– Clara Carneiro
Consultor para os Assuntos de Trabalho
- António Nunes de Carvalho
Consultora para os Assuntos Sociais
– Maria Luísa Cunha
Assessoria para os Assuntos Culturais
Consultor
– Diogo Pires Aurélio
Consultora
– Ana Maria Bustorff Martinho
Assessoria para a Comunicação Social
Assessor
– José Carlos Vieira
Consultora
– Ana Zita Gomes
Gabinete do Cônjuge
Assessora
– Margarida Mealha
Perante esta amostra, não é difícil entender porque razão,
a nossa Presidência da República gasta 5 vezes mais que a Casa Real Espanhola!
Afinal ainda falta preencher mais umas vagas
  Assessor para os assuntos da jardinagem 
  Assessor para observação meteorológica
  Assessor dos assessores
  Assessor para observação dos assessores que se encontram ausentes a assessorar quem
   Poderá necessitar de ser assessorado
- Tudo uns fartotes vilanagem depois admiram-se que ainda haja quem queira o retorno do ano 1580.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Quando predomina a incultura, a beatice e o sectarismo

Haverá por sinal uma multidão imensa de gente a quem se aplicam estes atributos. Todas as instituições têm gente deste teor. Nenhum grupo social, por mais amigos que sejam, se pode gabar de não ter no seu seio gente que merece estas atribuições.
No entanto, quando chegamos ao grupo dos cristãos e encontramos uma multidão imensa de gente com estas características, ficamos perplexos e percebemos, por um lado, que andamos sobre um mar largo, cheio de ondas tumultuosas com um vento feroz, que nada tem a ver com a brisa suave do Espírito Santo. Por outro, podemos imaginar que andamos sobre um pântano de lamas movediças, rodeados de incultos, de beatos e de sectários, muito atentos, a ver qual a hora que o pé de alguém cai em falso para logo o carregarem de pesos pesados e o afundarem até às penas do inferno que, teimosamente, desejam que exista para os outros. São os «hipócritas», «raças de víboras» que o nosso tempo ainda «bota» no mundo e que Jesus tanto repudiou quando «escreveu» o Seu Evangelho com a Sua Palavra e a Sua Ação transformadora da vida e do mundo..
Esta forma de ser cristão está nos antípodas do Evangelho. Não é em nome de Cristo que se é cristão desta forma. Mas está apenas ao serviço da lógica deste mundo, toda ela interesseira e egoísta.
Não se pode, isso sim, deixar que a Igreja se esvazie da sua riqueza: a diversidade de carismas e a multiplicidade de sensibilidades. Nem podemos deixar que a Igreja continue a ser um simples espaço onde apenas alguns mostram a sua soberba e o gosto pessoal pelo poder ou vontade de mandar uma multidão de gente adormecida.
A Igreja é o espaço livre onde o Espírito de Deus age como quer e em quem quer, no sentido de criar uma dinâmica que alimenta a fé e a esperança na salvação. Nunca nenhum dinamismo que cerceie os direitos fundamentais como o da liberdade, o de pensar e o de se expressar. A Igreja, é um espaço livre para gente livre. A religião, nunca pode ser vendida ou comprada por este ou por aquele. Na religião, não há lugar para donos. Cada um com a sua fé é senhor de si mesmo. E deixemos o resto à conta de Deus Nosso Pai.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Quando a vingança comanda a vida

O encantamento da relação amorosa é das coisas mais belas que Deus criou, mas depois disso descobrir-se que a relação vai assentar na base da vingança, vemos emergir um terrível desânimo. Mais adiante, depois do corte de relação, entramos logo no domínio do ódio e do rancor. Mais dois aspetos tenebrosos que a natureza inventou para colocar em prova o ser homem e o ser mulher nesta terra de relação. Estes dois filhos da vingança pintam o quadro negro da humanidade. Esta humanidade cansada de coisas feias que não levam ao prazer, à festa e à alegria da existência. A vida não pode ser com vingança e não pode ninguém ser pessoa permanentemente com um coração preenchido com este espírito do mal.
Quando a vingança toma conta do coração humano, encontramos pessoas amargas e feridas até ao mais fundo do ser, porque lhes falta o essencial do sentido da vida. A vingança mata toda a possibilidade do sonho comum da fraternidade. Depois da vingança nascer o desejo do sonho do amor como elemento crucial para criar a relação plena que leva à felicidade, está votado à morte. A fraternidade deixou de ter lugar na existência deste mundo depois do nascimento da vingança.
A vingança cerceia a realização do eu e do tu e não permite a realização da reconciliação e muito menos permitirá a festa do perdão, pois, são estes os elementos verdadeiros do sentido da comum união – a comunidade, que é para todos os efeitos um valor essencial para a sobrevivência e para a realização pessoal. A vingança está aí no dia a dia da existência a matar toda a possibilidade da paz e do entendimento humano.
Para terminar esta singela reflexão escuto as palavras de António Damásio, o neurologista, no seu livro o Erro de Descartes, que considera que todas as nossas manifestações e reacções estão centradas nas emoções. Este estudioso ensina-nos que toda a maldade (a vingança e inveja) é inevitável, existe em cada canto da vida e do mundo. A vingança, a inveja, a raiva, o rancor, o ódio e o orgulho são aspetos «perfeitamente automáticos» - exactamente o que vos referi no início do texto com outras palavras, é claro. Nenhuma pessoa é toda maldade. O mal é o aspeto ou o momento circunstancial. O melhor para a vida está no saber «viver com a tragédia e o privilégio de ter uma regulação automática, compreender essa regulação, descobrir que há aspetos dessa regulação que são magníficos – que nos levam ao prazer, à alegria – mas também nos podem levar a atos completamente desvairados e à violência», diz o mestre das emoções.
Por fim, a vingança não tem nome na festa da alegria e da felicidade. Por isso, apesar de vermos este espírito comandar muitos homens e mulheres, acreditamos para sempre com Fernando Pessoa: «Tudo vale a pena se a alma não é pequena».

sábado, 1 de fevereiro de 2014

A consagração

Para que o fim de semana seja vivido na comunhão com todos os que nos rodeiam. Sejam felizes sempre!
Neste dia chegaram os trabalhos
Mais a vontade incansável de retomar
As funções do anúncio que nos foi dado
No ofertório da consagração daquele dia
Quando todos cantavam ao alto o aleluia da missão.

Eis-nos então aqui como mendigos buscando na inquietude
O bem-amado sentido da visão de todos os dias
Que não diz nada senão na limitação duvidosa da fé que alimento
Em cada criança que na inocência da vida proclama
"Deus é grande" para sempre
E quando nós sorrimos com isso em cada momento
Somos crianças e deuses ao mesmo tempo.

Pois há-de ser sempre esta liturgia
Que no altar do mundo retemperará
Toda a esperança no horizonte de todas as cores.
Esta certeza veio em sacrifício ao coração bem fundo.
Quando vemos presente na missa a maior oferta do mundo.
José Luís Rodrigues