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quarta-feira, 2 de abril de 2014

Ode em texto corrido à felicidade

A felicidade, é a condição mais importante para realização do ser pessoa. Não é a abundância de muitas coisas e de muitos bens que significa estar em paz e felicidade. São incontáveis as vezes que ouvimos notícias tristes de pessoas que se afogavam no maior desespero, porque não sabiam do sentido da vida feliz. E nem por isso, eram de condição pobre e sem nada de bens materiais. Não significa nada o facto de sermos uma sociedade profundamente enriquecida com a abundância de bens que sabemos existir por todo lado.
A proposta cristã, é um outro modo de ser e de estar no mundo. E naturalmente, é um desafio, um caminho que nos conduz ao horizonte da felicidade. São sempre surpreendentes a variedade de vivências cristãs que a Igreja tem para apresentar ao mundo. São tantos carismas que convidam à acção concreta no mundo e na sociedade, são tantos os outros carismas que convidam à oração e ao silêncio. E são também incontáveis, as muitas experiências pessoais de cristãos que na maior das descrições da vida sabem voluntariamente partilhar o dom maravilhoso da vida em favor da felicidade de todos os homens. Seria muito interessante observar que existem tantos rostos cristãos onde se reflecte a alegria da sua fé, através de vivências apaixonadas por causas em favor dos outros. 
A felicidade é o bem mais importante do mundo. Por isso, urge que todos e cada um saiba descobrir, mesmo que seja no silêncio quotidiano, esse bem tão elementar para o sentido das opções concretas da vida de cada um. O mundo será melhor e mais belo quando formos cada vez mais corações empenhados a procurar no nosso interior a voz do amor apelando à felicidade. Não se enganem, os supermercados não vendem este produto. 

terça-feira, 1 de abril de 2014

Uma Igreja contra ventos e marés

Quem é melhor e faz melhor que se chegue à frente...
Ninguém de bom senso pode negar que a Igreja sonhada por Cristo poderá estar distante em muitos aspectos da Igreja que temos no tempo e na história. Nenhuma instituição, por mais espiritual que seja, não pode fugir aos contratempos da vida histórica. Eles são, o carreirismo, o tráfico de influências, os jogos e conluios de poder, os comportamentos dúbios, escandalosos, «vergonhosos» (um termo utilizado pelo Papa Francisco), as mentiras, a promoção de incompetentes servis e imbecis, os privilégios da casta clerical no topo da hierarquia eclesiástica e etc... 
E apesar de tudo, nunca houve, não há e não parece vir a existir outra instituição que proponha tantos valores humanos como a Igreja Católica assente na doutrina cristã. 
A Igreja é sempre portadora da mensagem do amor cordial para todos os homens e mulheres, do diálogo aberto entre todas as culturas humanas, da fraternidade para todas as etnias. E haverá também outra instituição que consiga congregar tantas mulheres e homens ao serviço desinteressado pelos outros, sobretudo, os desafortunados deste mundo? - Quem faz melhor que se chegue à frente e diga de sua justiça.