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segunda-feira, 28 de Julho de 2014

Frases divertidas do Papa Francisco no Rio de Janeiro

Só para apreciarmos como um homem sábio contorna e relativiza as adversidades...
E para iniciarmos a semana com descontração.
Aos jornalistas:
Não são "santos da minha devoção", mas tampouco "leões tão ferozes assim".
Durante a bênção das bandeiras no Rio de Janeiro, o Papa Francisco brincou com os presentes. Diante do comentário do prefeito sobre o mau tempo, disse: "Vocês precisam levar uma dúzia de ovos às Clarissas"; e a uma lutadora de carate: "É melhor eu cumprimentar você com respeito". Com um ex-jogador de basquete, brincou sobre sua altura.
Aos jovens argentinos se entusiasmaram com a já famosa frase "Quero bagunça nas dioceses, quero que saiam às ruas"; na conversa com eles, também brincou sobre estar enjaulado: "Que pena que estejam enjaulados. Eu também às vezes me sinto enjaulado, confesso de coração. Eu gostaria de estar mais perto de vocês, mas compreendo que, por questões de segurança, às vezes isso não é possível".
À venezuelana Estefani Lescano, de 21 anos, comentou que o Papa lhe disse, brincando: "Os venezuelanos não têm pecados".
Um dos momentos mais espontâneos do Papa Francisco foi o almoço com os jovens. Começou dizendo: "Quem é o cara-de-pau que vai falar primeiro?". E falou abertamente: "O que quiserem perguntar, podem perguntar; se há algo com o qual não concordam, espero que me digam também; não digam somente 'sim' porque 'sim'".
Diante dos bispos do CELAM: "O fenómeno dos bispos polígamos (risos). Estão casados com uma, mas esperando para ver quando chega a promoção".
Na emissora Globo. Sobre a rivalidade Brasil-Argentina, o Papa Francisco disse que já está superada: "Negociamos bem: o Papa é argentino e Deus é brasileiro".
Quanto à sua escolha de morar na Casa Santa Marta, afirmou, rindo, ser "por razões psiquiátricas: não posso viver sozinho", e "por razões de pobreza, pois, do contrário, teria de gastar muito dinheiro com psiquiatras".
À segurança do Vaticano e do Brasil, ainda que "os dois sabem que sou muito indisciplinado neste aspecto"; ou quando falou da proximidade necessária da Igreja: "Não conheço nenhuma mãe por correspondência".
No avião papal, o Papa Francisco deu corda à sua capacidade criativa. Sobre o conteúdo da maleta preta, disse: "Não guardo nela a chave de uma bomba atómica"; "Guardo lá o barbeador, o breviário, a agenda e um livro para ler. É normal carregar uma maleta quando viajamos, temos que ser normais".
Sobre o IOR, também brincou: "Vamos por um lado, mas se chutam e fazem um golo, precisamos atacar, não é mesmo? A vida é assim e esta é a beleza da vida. Não sei como vai acabar a história do IOR".
Ele inclusive se atreveu a falar do caso de um sacerdote preso com especial ironia: "Temos esse monsenhor na prisão [núncio Acarano, acusado de desviar grande quantidade de dinheiro], e ele não foi preso precisamente por se parecer com a Beata Imelda...".
Sobre o lobby gay no Vaticano se livrou do seu fino senso de humor: "Escrevem muito sobre o lobby gay. Mas eu ainda não me encontrei com ninguém que me mostre um documento de identidade que diga isso".
Mas talvez o momento mais engraçado tenha sido quando o Papa Francisco perguntou se já queriam jantar e um jornalista lhe indagou: "O senhor está cansado?". "Não estou casado, sou single", respondeu, fazendo todos rirem.
In Aleteia

sábado, 26 de Julho de 2014

A levada

 Para o fim de semana. Sejam felizes!
Vem silenciosamente este curso de longe
Cravado na terra e na pedra
É água calmamente canalizada no tempo
Que os braços dos homens fizeram
Em nome da sede comum que sentem
Na secura dos dias grandes da luz e do sol.

Eis que então serpenteia o chão dos montes
Mais ainda os vales que os Poios testemunham
Nas Achadas e Fajãs das sementes do amor
Que os Pauis descansam os pés serenos
E molhados na ternura que se rega
Na hora certa da partilha e do dom da água.

Ai como saboreio este passeio soado e duro
Património antigo de gente nobre e grande
Que edificaram na fé e na esperança
O pensamento da comum da união fraterna
Para todos sede saciada e fome quebrada
No nome alegre em prazer de água que chora
Para a eternidade a fartura de uma levada.
José Luís Rodrigues

sexta-feira, 25 de Julho de 2014

A passividade de conveniência

Obituário...
O país enlutado comunica às pessoas das suas relações o falecimento da CPLP. O desenlace aconteceu em Dili, diante das máximas autoridades do Estado Português, as quais, por comoção evidente, se mantiveram respeitosamente caladas diante dos nossos novos líderes.
Aproveitamos o ensejo para anunciar ao mesmo tempo o nascimento de uma coisa que passa a usar a sigla CPLVP - Conferência dos Países de Línguas de Várias Proveniências.
Brevemente esperamos a adesão da Coreia do Norte, Nigéria, Sudão, Estado Islâmico do Iraque e do Levante, e de outras democracias que compõem a nova ordem mundial.
Frei Fernando Ventura

O imparcial

Melhor é impossível...
O Tribunal Judicial do Funchal dá como não provado que o JM omita e discrimine a informação sobre  os partidos da oposição; que este jornal tenha resultados líquidos negativos; que seja instrumento de divulgação de actos públicos do Governo Regional, casos das inaugurações com fins eleitorais; e que a EJM utilize o jornal para informar a população de forma parcial, não isenta e rigorosa.
O Tribunal refere na sua fundamentação que a convicção é formada para além dos dados objectivos fornecidos pelos documentos e provas constituídas, também por declarações e depoimentos, em funções das razões de ciência, das certezas e ainda das lacunas, contradições, hesitações e inflexões de voz.
E até ficou provado que o JM no tempo da Madeira Nova nunca apresentou uma fotografia que fosse das principais entidades desta terra: Presidente do Governo Regional, Papas, Bispos e padres. Mais ainda se pode também confirmar e provar que ninguém tenha sido insultado e atacado naquele órgão de informação no que diz respeito à sua honorabilidade.
A nossa terra é fértil em produzir notícias fantásticas.

quinta-feira, 24 de Julho de 2014

Uma definição do Reino de Deus

Comentário à Missa deste Domingo XVII tempo comum
27 julho de 2014
A 1.ª leitura deste domingo vem dar-nos conta do início da história de Salomão, o filho de David que a memória do povo de Deus consagrou como paradigma de sabedoria, a ponto de lhe atribuir a autoria de boa parte da literatura bíblica sapiencial. 
Salomão em sonho - forma de comunicação muito utilizada por Deus com a humanidade na tradição bíblica - implora a adesão interior à vontade de Deus numa total sintonia com o seu desígnio de salvação. Nisto consistia a sabedoria que o rei Salomão ansiava para governar o povo de Deus. Se este sentimento estivesse presente no coração dos governantes, nós teríamos uma sociedade mais justa e mais dentro dos parâmetros do bem-estar que se deseja para todos os povos. O que se deseja seriam governantes interessados apenas e só no bem para todos. Governantes menos envolvidos em negociatas e emaranhados numa infindável rede de interesses do grupo ou do partido a que pertencem. Governantes menos envolvidos na lógica de que os interesses pessoais são a regra para todas as medidas. Salomão revela que só a sabedoria pode fazer com que tenhamos governantes guiados pela lógica do serviço a todos. Precisamos de líderes que governem com a verdade e a justiça como luz que ilumina os dias de quem governa e de quem é governado. Para isto não há alternativas.
No Evangelho temos as parábolas sobre o Reino de Deus, a do tesouro e a da pérola, a da rede lançada ao mar que é recolhida e a conclusão do discurso com um elogio aos escribas que se tornaram discípulos. Estes serão os mais instruídos do grupo dos discípulos, que são capazes de recolher do tesouro da Palavra de Deus coisas velhas (alusão ao Antigo Testamento) e coisas novas (Novo Testamento), isto é, serão eles que farão a conciliação entre a literatura antiga e a novidade do Evangelho.
De resto, Jesus pretende ensinar que o Reino de Deus é algo muito precioso e para O viver não pode ser de forma marginal e episódica, é algo vital e precioso que requer uma entrega radical como modo de ser e de estar na vida. O desafio que nos é feito, é que sejamos capazes de descobrir todo valor do Reino de Deus e na vida concreta do mundo sejamos capazes de levar à prática, com coragem e firmeza, o sentido da vida que «o tesouro do Reino» nos fez descobrir.
Se somos felizes, façamos os outros felizes, se a verdade nos liberta lutemos contra toda a mentira, se a justiça nos realiza lutemos contra toda a injustiça, se a vida está deprimida lutemos contra toda a desesperança, se o amor edifica então edifiquemos com amor... Só assim o Reino de Deus é presença na vida concreta de cada pessoa. Esta é uma definição bem concreta do que é o Reino de Deus neste mundo.

quarta-feira, 23 de Julho de 2014

O Céu e o Inferno

Um Samurai alto e forte, de carácter violento e rude, foi procurar um pequeno Monge, calmo e muito pacífico... o Monge - disse autoritariamente - ensina-me o que é isso do "Céu" e do "Inferno"! O Monge, franzino, olhou para o temível guerreiro e respondeu com a mais absoluta calma: "Ensinar-te algo sobre o céu e o inferno? A ti? Nem pensar!
Eu não te posso ensinar coisa alguma! Olha bem para ti, estás imundo, diria mais, nojento! O teu cheiro é insuportável. A lâmina da tua espada está enferrujada, és uma vergonha, uma humilhação para a classe dos Samurais. Some-te da minha vista! Não consigo suportar a tua presença horrorosa! O Samurai nem queria acreditar no que estava a ouvir. Por instantes ficou boquiaberto, mas logo reagiu: as palavras do pequeno Monge fizeram eco dentro de si e a fúria veio à superfície como um vulcão quando entra em erupção.  Então o Samurai estremeceu de ódio, o sangue subiu-lhe ao rosto, e mal conseguiu dizer uma só palavra de tanta raiva. Num gesto rápido, empunhou a espada enferrujada, ergueu-a sobre a cabeça e preparou-se para decapitar o Monge. Nesse mesmo instante o Monge disse-lhe sem pestanejar: "Aí está... isso... é o Inferno." O Samurai, mais uma vez, ficou pasmado e deteve-se. Testemunhou a serenidade, a compaixão e absoluta dedicação daquele pequeno homem, que colocou a própria vida em risco para lhe ensinar algo.
O Guerreiro baixou lentamente a espada e, cheio de gratidão subitamente pacificado pela sabedoria daquele ser, baixou os olhos e a cabeça numa atitude de humildade. Nesse mesmo segundo, o Monge disse-lhe com serenidade:  "Aí está... isso... é o Céu."                                                                  Reiki - As Raízes Japonesas

Dizem que estão de férias

Viva o descanso... Ainda dizem que estes animais são burros. Ora se há burros mais burros do que estes. Cada um que pense o que quiser. Até parece o Porto Santo em Agosto quando é invadido pelos ilustres.