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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Agradecimento e pensamento do autor do blogue

O Banquete, está a cumprir integralmente o seu propósito. Não podia ser de outro modo, um espaço onde se pressupõe muitos convidados para conviverem e fazerem festa. A diversidade de opiniões que chegam sobre os diversos assuntos enriquecem em muito o Banquete e dão-lhe maior consistência quando se designa ser O Banquete da Palavra. Não posso estar mais feliz por isso. Outro aspecto também me alegra, estamos em meio pequeno, isto é, de reduzida proporção territorial e populacional, mas as várias opiniões manifestam reflexão e inquietação profunda quanto a estes assuntos. Somos afinal muitos. Ainda bem.
Algumas opiniões foram rejeitas (muito poucas até agora, por sinal), porque estavam cheias de maldade e ofendiam o autor do blog e terceiros. É com muita pena que não se saiba ainda discordar sem ofender com a calúnia e com a catalogação das pessoas com nomes feios. Isto não é Banquete nem contribui para a festa que toda a palavra deve ser.
Muito bem. Agradeço muito a todos os leitores, seguidores do Banquete, e que Deus manifeste sempre muita sabedoria a todos, que a festa da palavra seja o melhor manjar que o Banquete pode servir. Quem vier por bem, está sempre convidado a participar no Banquete, os nossos tempos precisam muito que, todos nós, façamos tudo, para que a Liberdade de Expressão seja o bem maior das nossas condutas. Obrigado a todos.

9 comentários:

José Ângelo Gonçalves de Paulos disse...

P. José Luís. Muito obrigado sou eu que lhe dou pela oportunidade nos dá de reflectir, através do Banquete da Palavra, sobre a Igreja no seu conjunto, e o Mundo e os seus problemas actuias . Consigo e seus colboradores tenho aprendido muito. E, penso que continuarei aprender..
Quanto à maledicência há o tal aforismo "os cães ladram e a caravana passa". Ora, o que é preciso é coragem e tenacidade e o Meu Amigo é exemplo. É vertical no seu carácter. Tem coluna. Não é como algumas corcundas que andam por aí.
Com toda admiração renovo meu agradecimento.

ValériaC disse...

José Luis, que singelo seu agradecimento... muito obrigada por suas palavras para com seus seguidores... é sempre muito bom acompanhar seu blog... já o tenho como um amigo, se assim o permite...
Os que falam mal...estes um dia se esclarecerão...não deixe isso te perturbar...segue o seu caminho no Bem...
Um abraço...

Autor do blog disse...

Muito agradecido Valéria. Obviamente que permito que seja minha amiga, como desejo também que me permita sê-lo de si. Vamos todos adiante no bem...

Anónimo disse...

Olá Zé Luís, acabo de ler e mais uma vez está o José Ângelo a escrever. diga-me, acha mesmo que este homem é de igreja? ainda não percebi como é que consegue ser padre e fazer blogues assim. Respeito a liberdade mas não a falsa liberdade de destruir e não construir nada. Tenho pena por tudo isto, pena que não perceba o mal que faz.

tukakubana disse...

Pois, como já´lhe tinha dito, estou feliz por ter lugar neste "Banquete".
É óptimo suscitar diálogo,mesmo que o acordo não seja a terapêutica genérica. Tenho pena, e não é só neste caso mas em todos, que se insista em "Anónimo" como nome próprio; talvez que as pessoas se defendam de casos passados contudo, sentados na mesma mesa, vemo-nos face a face...
Mesmo assim, que venham os "anónimos" e os "possidónios" - também aprendemos com eles.

tukakubana disse...

Sou eu outra vez...Esqueci-me a comentar a imagem. Lauto banquete!
(escusa publicar) Abraço

Maria disse...

Não precisa agradecer Padre José Luís, o senhor já se tornou uma referência de verticalidade e frontalidade, continue esse apostolado, pois nós ainda vivemos neste mundo e é aqui que se travam batalhas pelo amor do próximo.
Abraço fraterno.
Maria

Maria disse...

Não precisa agradecer Padre José Luis, o senhor já se tornou uma referência de verticalidade e frontalidade. Sigo com muito gosto o seu blogue.
Maria

Prof. David Sousa disse...

É com muito interesse e agrado que sigo o teu blogue. É reconfortante saber que existe alguém sem receio de dizer o que pensa e o que sente.E não se refugia no anonimato

Um abraço

David Sousa