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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Como vejo o Natal...

Para onde vamos? E Onde chegaremos, afinal, com esta mentalidade desenfreada assente no orgulho, na vaidade pelas coisas grandes e faustosas? - A simplicidade de Deus, que todos os anos faz nascer sempre nova, a luz da pobreza e da humildade, para nos relembrar que não faz sentido nenhum, estarmos minados pelo gosto do chique, a avidez das modas e a atenção constante nos bens materiais de último modelo.
Até parece que tomámos gosto pela violência da vida e que o nosso coração se torna dia para dia cada vez mais sofisticado. A nossa recusa acentua-se na ausência de um coração simples, livre de preconceitos, sem medos absurdos sobre o futuro e sem nos inquietarmos sobre o que parece bem ou sobre o que parece mal.
Para quando a riqueza de corações livres de manchas negras que aprisionam a criatividade? E para quando o assumir da humildade que nos conduz à entrega de serviços humanos que edifiquem aqui e agora o reino da fraternidade? - A resposta, lê-se no rosto alegre e confiante das figuras da lapinha. Ainda assim, parece-me, ser o quadro mais apaixonante que embeleza a casa do nosso coração.
José Luís Rodrigues

2 comentários:

Graça Pereira disse...

Querido Amigo
Não podemos mudar o mundo mas, podemos mudar a nossa rua, a nossa família, os nossos amigos, a nossa comunidade, o café que frequentamos... tanto trabalho e tantos braços cruzados! Não pensemos em grande, pensemos como dizia Santo Agostinho: aonde Deus te colocou...aí deves florir!!
Um Santo Natal, num espírito de doação, de humildade e de alegria pelo amor do Senhor em nos mandar o seu próprio Filho. Tanto para agradecer... Alegrai-vos, hoje nasceu-vos a Salvação! Isto é NATAL!
Abraço
Graça

José Luís Rodrigues disse...

Cara amiga Graça,

Viva...

Muito agradecido pelas suas palavras cheias de carinho e de tão bons propósitos. Também lhe desejo o mesmo espírito do Natal. Que sejamos ousados «neste nascimento» que Deus nos proporciona para a beleza da paz, da felicidade e da vida toda. Um abraço

José Luís, p.