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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Comentário à Missa do Próximo Domingo

Domingo II Tempo Comum
17 de Janeiro de 2009
O Banquete
É das metáforas mais belas que a Bíblia nos apresenta, os Evangelhos tomam essa ideia e com Jesus apresentam-na como sendo muito importante para compreender de Deus e o ambiente que rodeia a Sua casa.
O banquete, é a festa que Deus oferece. Nos funerais gosto de pegar nesta ideia e apresentar o caminho da morte, como a hora que Deus nos oferece para irmos ao encontro do comensal que Ele preparou. Por isso, para nós cristãos, a morte é um momento de graça, também um dom, que Deus nos dá, para enfrentar com coragem e esperança, porque sabemos ir ao encontro da festa de Deus. A melhor comida e a melhor bebida, é aquela que se serve com amor, o melhor condimento do banquete. Só Deus, que se define como amor em plenitude pode servir o melhor comensal.
A vida, aqui e agora devia ser uma festa, mas o egoísmo, o ódio, o rancor e a propensão para o mal comanda o coração da humanidade. Mas, deixemos que o nosso interior nos anime na esperança e sonhemos com a festa, o banquete que Deus prepara para todos os povos, como nos ensina Isaías. Seria uma felicidade para todos nós, que soubemos fazer da vida uma festa, onde serviríamos o melhor que temos. O nosso mundo precisa deste ideal e está nas mãos dos cristãos apresentá-lo.
Pensamento: «No Haiti, milhares de pessoas vivem hoje com os corações dilacerados. Quando a Humanidade é confrontada com desastres naturais imprevisíveis e incontroláveis, surgem muitas perguntas. Mas a mais premente é aquela que nos interroga sobre a gestão dos bens públicos: só o gasto com os arsenais militares convencionais, em todo o mundo, é de 3 mil milhões de dólares, por dia. Assim, torna-se mais difícil existirem financiamentos e meios de socorro suficientes e eficazes nestes momentos de catástrofes». In grão de mostarda

1 comentário:

Susana Ramos disse...

Que Deus me vá ajudando a perceber e a aceitar esta realidade,
para que eu possa viver da melhor maneira o sofrimento e a provação do Fernando, que, para já, é quem me parece mais próximo dela.
Obrigada pela sua disponibilidade e por reflectir connosco estas realidades.