1. Parece que nos fere a alma e o coração
termos que reconhecer que estamos a viver um tempo marcado profundamente pelo
ódio. As relações entre as pessoas, cada vez mais próximas e baseadas na tecnologia
avançada, deviam proporcionar relações humanas mais fraternas, mais solidárias
e mais compassivas. Nada disso, cada vez mais impera a linguagem do ódio, do
rancor, da provocação e desejo de vingança. Vamos referir três exemplos no domínio
da política mundial. Eles são Donald Trump nos Estados Unidos da América; Nicolás
Maduro na Venezuela e Kim Jong-un, líder da Coreia do Norte.
2. Três sinais dos tempos do ódio em que
nós vivemos. Todos eles movem-se por crenças imbecis, a coberto disso pregam e
praticam a violência sobre tudo o que se manifesta fora da seita ou redoma ideológica
que inventaram. A violência para eles é como que um «bem» necessário para
travar os «inimigos» das suas crenças patéticas que sustentam o seu poder. São
uns fracos de cabeça, mas perigosos como foram perigosos todos os fascistas que
emergiram em toda a história da humanidade.

4. Nicolás Maduro na Venezuela, continua
a mostrar que a luta pela manutenção do seu poder, a preço altíssimo deve
continuar, mesmo que o derramamento de sangue, a desordem, a insegurança, a
fome e a miséria do povo em geral, não sejam coisa pouca. Por esta frase de
Maduro se percebe a crença na «virtude» da violência aplicada: «La única manera
de luchar contra el fascismo en una sociedad es como cuando se tiene una
infección muy grave... tienes que tomar penicilina, o más bien el antibiótico
más fuerte, y someterte al tratamiento», disse. Falam que o enteado do
Presidente passeia-se com um Porsche pintado a dourado e suspeitam que seja
mesmo ouro verdadeiro.


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