
2. Enfim, nomes e mais nomes para
substituir o insubstituível. Por aqui vemos logo a confusão que esta ideia
esquisita começa a gerar. A criatividade humana não tem limites pelo que se
vê. Longe de mim imaginar que alguma vez na vida estaria para a aqui a perder
tempo e massa cinzenta com um assunto desta natureza. O que faltará para nos
surpreender ainda mais este mundo e a esta humanidade… Não há limites, pelo que a vida nos ilumina.
3. Provavelmente, abaixo de Deus Todo
poderoso o que temos de mais sagrado são os nossos progenitores, os nossos pais. Daí ser parte da nossa existência intocável. O seu respeito toca a todos, principalmente, as entidades dos Estados, que deviam zelar por esta dimensão da vida de cada pessoa. É muito bem o Estado os problemas que tem que resolver quando falha a missão de ser «pai» e «mãe».
4. É verdade que a inclusão do que é diferente deve ser uma preocupação da sociedade inteira,
particularmente, do Estado, a quem compete zelar pelo bem dos cidadãos todos.
Porém, nunca essa inclusão deve ser à custa dos valores e princípios que desde sempre
enformaram a humanidade, que contribuem para o seu progresso e bem estar. Sim, qualquer ideia de incluir o diferente implica a
obrigação de mudança de mentalidades e de comportamentos, mas sem tirar-nos
aquilo que faz parte da génese do ser pessoa, do ser gente.

6. A meu ver é uma ideia grave. Um recuo
civilizacional, que não contribuirá em nada para incluir quem pretendem que seja
incluído, mas pelo contrário, noutro campo suscitará graves problemas nas
paupérrimas relações entre pais e filhos que tanto afligem os tempos atuais. Espero que o bom senso impere e que
em qualquer lugar da vida ninguém fique privado de sentir que a sua principal proteção
está no coração do «pai» e da «mãe».
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