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segunda-feira, 4 de julho de 2016

O Papa Francisco face aos ultraconservdores

A frase que marca o Pontificado do Papa Francisco. É desconcertante o desprendimento e liberdade do Papa face às investidas dos ultraconservadores que não descansavam perante a mensagem e acção do Papa Francisco. Diz ao jeito de Jesus na passagem do Evangelho de S. Marcos que nos relata o seguinte: «João contou a Jesus: “Mestre, vimos um homem que, em teu nome, estava expulsando demónios e procuramos impedi-lo; pois, afinal, ele não era um dos nossos”. “Não o impeçais!”- ponderou Jesus» (Mc 9, 38-39). Para diante é o caminho...
O Papa Francisco respondeu a una pregunta del periodista sobre su relación con los «ultraconservadores de la Iglesia».
«Ellos hacen su trabajo y yo hago el mío. Yo quiero una Iglesia abierta, comprensiva, que acompañe a las familias heridas. Ellos le dicen que no a todo. Yo sigo mi camino sin mirar al costado. No corto cabezas. Nunca me gustó hacerlo. Se lo repito: rechazo el conflicto. Y concluye con una sonrisa amplia: los clavos se sacan haciendo presión hacia arriba».

Tradução: «Eles fazem seu trabalho e eu, o meu. Eu desejo uma Igreja aberta, compreensiva, que acompanhe as famílias feridas. Eles dizem não a tudo. Eu continuo firme pela minha estrada, sem olhar para os lados. Não corto cabeças. Nunca gostei de fazer isso. Reitero: rejeito o conflito. E conclui com um grande sorriso: os pregos arrancam-se fazendo pressão para cima».

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