Convite a quem nos visita

terça-feira, 26 de julho de 2016

Ser avó e avô dos tempos de hoje

26 julho, Dia dos Avós... Uma feliz lembrança.
Os meus avós Maternos
Ponto prévio, já não tenho nenhum... É assim a vida!
Os meus avós paternos
Esse tempo em que a vida permitiu que os tivesse durante alguns anos, sei que os avós eram muito diferentes dos de hoje. A casa dos avós era o lugar onde se ia e se estava sempre, era a casa mais falada na nossa casa, porque eram a referência, os velhinhos queridos e aqueles «grandes» pais dos nossos pais e nossos segundos pais.
Hoje o ser avó, deve ter ainda mais valor para os netos, penso! O tempo das famílias desestruturadas, casadas e recasadas ou monoparentais, onde há tantos filhos com mais do que um pai e mais do que uma mãe, outros com um só pai ou uma só mãe e outros ainda sem nenhum, os avós devem ser referência segura, onde reside serenidade, paz e vida espiritual. Não quero com isto generalizar, obviamente. Apenas e só ler alguma realidade que nos assiste.
Por isso, os avós hoje são a mão amiga, os segundos pais imprescindíveis, porque perante a azáfama dos pais ou ausência deles em muitas horas na vida dos filhos, os avós são a palavra amiga, as pessoas lembram que é preciso levar à Igreja, à catequese, à escola, ao clube de futebol, à dança, ao conservatório e às muitas actividades que as crianças e os jovens hoje encontram para se ocuparem na escola e fora dela. Há avós que me fazem imensa impressão, deviam estar no merecido descanso, mas andam num corrupio cotidiano que lhes dá vida e recompensam-se com o que fazem aos netos com aquilo que não fizeram aos seus filhos. São uns valentes.
Os avós hoje devem ser lembrados como um valor muito importante para o futuro da humanidade e para a estabilidade da sociedade. Quem os tem não se esqueça deles nunca e que valorizem o que recebem deles, mesmo que seja às vezes fora da moda ou saia dos parâmetros da vida social que em cada tempo o poder da comunicação dita ser ultrapassado. Os avós hoje são uma luz que não se deve apagar, mas antes valorizarmos porque iluminam as famílias, a sociedade e mundo. 

Sem comentários: