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quinta-feira, 12 de abril de 2018

Vamos rezar juntos

os tempos não estão fáceis quanto à vergonha. O Papa Francisco um dia destes disse o seguinte: "O drama está quando não se sente vergonha por coisa alguma. Nós não devemos ter medo de sentir vergonha! E passemos da vergonha ao perdão!” E eu acrescento, a tentar fazer diferente, que seja o bem e justo. Esta frase fez-me lembrar uma série de coisas que hoje acontecem, que nos fazem perceber claramente como se perdeu a noção da vergonha. No topo da lista está o palavreado calão que pequenos e graúdos utilizam nas suas conversas. Mais repugnante é vermos que a vergonha não existe nas palavras obscenas absurdas que pais e filhos e as pessoas em geral - a começar pelas crianças - usam entre si. A vergonha deixou de existir face à violência das palavras e das atitudes nas famílias e na sociedade em geral. A traição hoje tornou-se banal entre os casais de todas as idades, não há vergonha por isso e a anormalidade ganhou contornos de normalidade. Onde está a vergonha quando se inventa caluniosamente com maledicência e maldade pura com intenção deliberada e pensada para destruir? - Seria bom retomarmos a educação que leva à consciência do "sentir vergonha" quando se faz algo que nos fez mal e aos outros, e que também se sinta vergonha quando devíamos ter feito o bem e não o fizemos por medo, covardia e preguiça.  

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