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terça-feira, 25 de março de 2014

Uma palavra de solidariedade

Hoje, finalmente, aparece um tempinho para escrevinhar qualquer coisinha sobre este imbróglio Jornal da Madeira (JM) e Dr. Miguel de Sousa, candidato a líder do hegemónico partido que governou e agora desgoverna a Madeira.
Obviamente, que me dá um certo gozo ver esta guerra, não fora eu também vítima das mesmas armas, com as bocas dos patéticos bonecos na segunda página e dos artigalhos de pretensa opinião levados a cabo pelos escribas de serviço daquele ensaio jornaleiro chamado JM pago pelos nossos impostos a preço altíssimo dos nossos impostos e «abençoado» por alguma Igreja Católica da Madeira, que se permite justificar «aquilo» com intermináveis álbuns fotográficos e alguns textos (poucos) de cariz religioso.
Não terá visto o Dr. Miguel de Sousa, quando era delfim e quando foi acumulando cargos nos vários governos regionais e no partido, que o JM já conta 30 anos ou mais a enxovalhar cidadãos conterrâneos seus? O Dr. Miguel de Sousa não andava por cá quando os bonecos da «boca pequena» e os artigalhos pretensamente opinativos iam desrespeitando pessoas com base na bilhardice e na mentira descarada, só porque não alinhavam pelo diapasão do por poder que os «donos» da Madeira detinham? – Há aqui uma distração impressionante... Ou antes um descaramento sem medida que até me faltam as palavras para qualificar.
Face a este teatro que se chama «guerra da sucessão» vou encontrado aqui e ali elementos muito curiosos que nos animam no divertimento, até porque nada disto nos surpreende, lembro-me de se falar à boca cheia que a sucessão quando acontecesse seria uma guerra tremenda e que se comeriam às dentadas. Demorou algum tempo, mas chegou como sinal da tragédia da Madeira, mas como gozo pessoal de quem foi várias vezes enxovalhado e objecto de campanhas de mentiras venenosas.
Por isso, Dr. Miguel de Sousa, mesmo que nunca tenha visto em público a sua palavra de solidariedade ou qualquer sinal de que não estava de acordo com o saneamento dos seus concidadãos humilhados pelo «seu» antigo JM, aqui fica a minha palavra solidária e que vá adiante firme como um ferro, até porque as circunstâncias vão ditando que isto não vai senão assim mesmo, rebentando por dentro. O seu contributo é imprescindível. Está a fazer história. Assim quem sempre prezou a liberdade e sonha com uma Madeira livre dos poderes cerceadores está-lhe grato. Força. 

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