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terça-feira, 5 de junho de 2012

Manobras de diversão. É preciso serenar

Antes de tudo. Não odeio ninguém. Se tal acontecesse punha em causa o pobre berço onde nasci, fui educado e toda a escola do Seminário onde me preparei para ser sacerdote da Igreja de Jesus Cristo. No entanto, ao dr. Alberto João Jardim que parece temer alguma coisa daquilo que faço e digo, para provar que não tenho ódio contra ele nem contra nenhum dos seus amigos, de mão estendida sobre a sua cabeça via internet, lhe deito a absolvição por mais esta calúnia e acusação grave de que o odeio. Aqui vai meu irmão: «Deus, Pai de misericórdia, que pela Morte e Ressurreição do Seu Filho, reconciliou o mundo consigo e enviou o Espirito Santo para remissão dos pecados, te conceda, pelo ministério da Igreja, o perdão e a paz. E eu te absolvo dos teus pecados em nome do Pai e do Filho e + do Espírito Santo, vai em paz». Amen.
Agora algo mais inquietante:
Uma pergunta: Onde me ouviu dizer, o palerma que faz estes bonecos que eu queria ser director do Jornal da Madeira?
Resposta: o Cónego Tomé Velosa, o verdadeiro culpado do estado em que chegou o Jornal da Madeira, mas que Deus o guarde na Sua paz eterna, apontou-me a hipótese  de eu vir a ser director do Jornal da Madeira com a anuência de D. Teodoro de Faria. Mas, pelos vistos a Igreja Diocesana era apenas o criadinho do Governo Regional. E até me lembro de quando me falaram nisso, de ter respondido que queriam me meter dentro de um saco de gatos. E pelo andar do tempo, a minha convicção deu mais que certo.
E qual a admiração do palerma e seus sequazes que fazem estes palermas de bonecos, que apelam ao terrorismo, que um padre desejasse ser director do órgão de informação oficial da Igreja? - Então, finalmente, assume-se que o Jornal da Madeira é o órgão oficial do Governo Regional e do partido político que o sustenta. Boa, não podia ser mais esclarecedora a mensagem desta «boca pequena» de hoje. Pois bem, assim sendo, cumpra-se a lei e as recomendações de «A WAN – World Association of Newspaper», ainda ontem divulgadas a propósito da carta que este organismo enviou ao sr. Presidente da República dando conta da «concorrência desleal que se verifica na Região Autónoma da Madeira no sector da imprensa escrita, apesar da Deliberação da ERC e de uma Recomendação da Autoridade da Concorrência no ano 2009». Vamos lá, cumprir a lei, para que o exemplo venha de cima e os cidadãos não nutrirem tanto descrédito por quem nos governa nem se sentirem, por isso, incentivados a desrespeitar as leis e as autoridades como tem acontecido nos últimos tempos entre nós. 
Por fim, peço encarecidamente a quem anda entretido com estas manobras de diversão, com calúnias e palermices, que antes promova a paz, o bem comum e a fraternidade entre a sociedade madeirense. Mais se deve ocupar em desenhar meios e formas para criar emprego, resolver os problemas da saúde, das escolas e das nossas famílias em geral que estão a atravessar imensas dificuldades para suprirem as despesas de toda a ordem, especialmente, a carga de impostos que os governos actuais colocaram às suas costas. Se não são capazes, obviamente, que devem pôr-se ou serem postos no olho da rua.
E ainda, como não sabia que o Governo Regional tinha recusado a minha nomeação para director do Jornal da Madeira, envio por esta meio o meu agradecimento ao Governo Regional, nomeadamente, à pessoa do sr. Dr. Alberto João Jardim. Muito obrigado e que Deus vos ajude sempre por tão grande bem que em vós quiz consumar.
José Luís Rodrigues    

2 comentários:

Henrique Freitas disse...

Meu caro amigo, sabe que para esta gente é preciso arranjar sempre alguém para apontar o dedo, mas são sempre os outros, porque os outros é que são os maus, eles são todos bons.
E à boa maneira da propaganda nazi, inventa-se uma mentira e vamos rebatendo para que se convençam que é uma verdade.

José Luís Rodrigues disse...

Obrigado caro amigo Henrique. É isso mesmo, tem toda razão, mas estou convencido que o bem em nome de Deus vencerá sempre... Abraço