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sexta-feira, 29 de junho de 2018

Vamos rezar juntos

«A fé, sem obras, é morta» (Tgo 2,17.20). – Eis o mais importante e o essencial para a existência. Um fermento necessário para que a vida sorri a muitos e a todos. Ser crente sem acção consequente, as obras, não serve nada. Mas o activismo desenfreado, cruo, só porque deve ser feito, sem carne, sem osso ou sem existência concreta nunca passará de címbalo que retine. Tudo deve estar conjugado na devida proporção. A fé, se verdadeira, expressa-se pela caridade militante a todos os níveis: no cumprimento escrupuloso dos deveres, na solidariedade, na luta pela paz e pela justiça, e por tudo o que seja necessário alimentar o caminho da felicidade para si e para os outros. O crente nunca é indiferente a nada, não pode de forma alguma ser alheio a tudo o que pertence à humanidade e ao mundo onde está inserido. Deve participar de forma séria e empenhada, porque entende que o que é de todos pertence a todos. Crer é um caminho e uma forma de viver com os outros para manter viva a nossa esperança no amanhã. Esta beleza deve brilhar todos os dias naquilo que somos, dizemos e fazemos.  

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