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sábado, 13 de julho de 2013

Até amanhã

Pequeno ensaio poético para o fim de semana...
Face a uma indiscritível sensação de cansaço
Os sinais que se vislumbram da minha mente
São um desejo e uma vontade suspensa
Na morte que se sente do silêncio do impossível.
Amor desta vida que me despeço no aceno
Que não quer sair de si sem amarras.
Ah, e até choro quando digo adeus
Mesmo sabendo que regresso a ti
Para sempre no toque das mãos
Que Deus enlaça na corrente do mistério
Dito e redito na cor branca desta viagem.
Pois é, certeza minha e tua. Até amanhã.
José Luís Rodrigues 

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